Lucieli Dornelles
blow-by-blow


Setembro 28, 2009

PARECE UM CACHORRINHO

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Amo, amo, amo.

Em breve voltamos com nossa programação normal!

posted by Dornelles, L. | 9:02 AM
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Setembro 22, 2009

ENQUANTO ISSO EM MINAS GERAIS...

Bom, já que não tenho conseguido tempo pra postar... vai uma palhinha do que ando fazendo por aqui.

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Hoje fiquei sabendo que vou viajar muito no próximo mês. Embora tenha ficado receosa - já que tenho inúmeras coisas pra comprar e/ou colocar em ordem no novo apartamento - quem me conhece sabe que era exatamente isso que eu queria. Mas assim que parar quieta em São Paulo vou comprar meu novo computador e aí devo sumir quase nunca. Peço desculpas, pela milésima vez, às pessoas que estou devendo fotos, ligações ou respostas! Apesar de não gostar de me sentir relapsa, não há outra forma de me posicionar neste momento da minha vida, cheio de mudanças e situações pra resolver. No mais, continuo escrevendo ou postando no Twitter e no Fotolog, sempre que possível. E trabalhando muito, muito! Feliz...

Beijo grande!

posted by Dornelles, L. | 5:17 PM
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Setembro 20, 2009

ELA E ELE

Eles se encontraram no momento mais inapropriado de suas vidas. Já se conheciam, mal se olhavam. Frequentavam os mesmos ambientes, relacionavam-se com as mesmas pessoas, tinham alguns (poucos) gostos em comum. Vários quilômetros e uma aparente falta de afinidade os separavam.

Quantas vezes falaram dele pra ela? Inúmeras. “Não faz o meu tipo”, respondia. Bonito, moreno, alto, elegante, inteligente... por que demorou tanto tempo pra perceber que sim, fazia? “É cobiçado demais”, explicava. É que ela nunca gostou de concorrência exacerbada. Sempre preferiu caminhar na direção contrária do que lhe parecia difícil demais.

Conversavam raramente, cumprimentavam-se de maneira cordial e jamais poderiam imaginar as sensações que viriam a seguir...

Conheciam-se, na teoria, há um ano, mas conheceram-se, de verdade, em uma noite fria e movimentada: cercados de amigos e estranhos, ao som de uma boa música e muitas conversas. Os olhares se esbarraram, completamente sem pretensão. Mas bastou uma vez para que não conseguissem mais parar. Cena de filme. Talvez a única que já protagonizaram.

E pensar que na tal noite ela nem queria sair de casa. Que demorou pra entender que os olhares eram mesmo pra ela. Tudo era. Ele também não soube explicar. Aconteceu... os recados, o champagne, as conversas tímidas, a sintonia, a reciprocidade. Acabaram por concordar que o que sentiam era extremamente incompatível com suas personalidades racionais.

Mas quem pode lutar contra a força das coisas?

posted by Dornelles, L. | 12:55 AM
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Setembro 19, 2009

O QUE TE FAZ FELIZ?

Conviver com gente feliz
Tomar chimarrão em boa companhia
Dias frios e cinzentos
Passar um dia em casa vendo filmes
Comer muito chocolate e esquecer das calorias
A combinação rede e livro
Uma ligação inesperada
Beijo demorado de quem a gente gosta
Reencontros
Sentir o sol queimar a pele
Ir ao supermercado sem pressa
A sensação de missão cumprida, ao voltar do trabalho
Crianças
Dançar, dançar, dançar
Ir ao cinema toda semana
Viajar de carro, olhando a paisagem e pensando na vida
Escrever
Entrevistar pessoas com conteúdo
Dias de folga ao lado da família
Andar a cavalo, sentindo a brisa e o ar puro no rosto
Conversar com pessoas mais velhas
Cheiro e barulho de chuva
Passar horas num rodízio de pizza
Comprar roupas
Caminhar ouvindo uma boa música
Matar a saudade

Inspiração: aqui.

posted by Dornelles, L. | 12:31 AM
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Setembro 12, 2009

ADORO DESPEDIDAS

Convenhamos que "odeio despedidas" é uma das frases que mais se ouve por aí, mas ontem, enquanto abraçava meus amigos da TV, concluí justamente o contrário. Pra mim, a energia de um abraço de despedida só não ganha da empolgação do reencontro.

O problema é que aprendemos desde cedo que ir embora é uma coisa ruim. A morte e o pavor que as pessoas têm dela (ou a mania de evitar tocar no assunto) é um exemplo claro do que eu quero dizer. Aprendi desde cedo a dar tchau, sem sofrer. Meu pai biológico saiu de casa quando eu tinha quatro anos, meu pai do coração quando eu estava na adolescência e por fim, meu pai de criação (avô) faleceu há pouco mais de cinco anos.

Mas quando se gosta de verdade - ou se tem boas recordações - nada é exatamente uma perda ou ausência. A propósito, acho que já escrevi isso aqui: tudo é uma bênção e uma maldição, cabe a cada um escolher de que forma quer enxergar. E eu sou teimosa mesmo... o mundo pode estar desabando que eu vou dar um jeito de encontrar uma frestinha de felicidade. Não admito ficar chateada por muito tempo e me policio o tempo todo em relação a isso.

Sei que se eu realmente quiser, todo adeus vai ser apenas um até logo. Toda despedida vai ter sempre um reencontro. No mais, gosto de não passar inerte pelos movimentos da vida, pelas instabilidades emocionais, pelas incertezas do futuro ou da novidade.

Hoje talvez devesse estar chateada por não fazer ideia quando vou ver meus amigos e meus familiares novamente. Mas não consigo. Tenho-os no coração e muito mais rápido do que imagino acredito que vou reencontrá-los.

Ontem mesmo uma amiga disse que eu ia chorar baldes (não gosto dessa expressão, mas enfim) assim que descesse as escadas da firma pela "última vez". Até achei que poderia ser estranho, mas saí de lá da mesma maneira que nas outras vezes. E mesmo quando eu choro (em Toronto sim chorei os tais baldes!) fico com uma sensação gostosa... de carinho, de realização, de que tudo deu certo, etc, etc. Aquela velha história: o prazer de deixar um pouco da gente em cada lugar que passamos e em cada pessoa com que convivemos e de levar conosco um pouco dessas pessoas e desses lugares.

Gosto da ideia de passar a vida entre encontros e desencontros. Fica tudo mais bonito, com mais valor.

Até breve!

posted by Dornelles, L. | 2:25 PM
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Setembro 9, 2009

EM PRIMEIRA MÃO

Uma foto do lugar onde vou passar os próximos dias da minha vida...

sampa

Esta é a vista da sacada do meu novo apartamento, nos Jardins. Quem disse que só se vê prédios em São Paulo?

Ando muito ausente do mundo virtual, mas é por uma ótima causa! Nunca pensei que fosse passar tanto trabalho... quando começo a riscar a lista de "things to do", outras demandas surgem para as horas seguintes. Mil coisas pra contar aqui, centenas de fotos novas pra publicar, dezenas de comentários, scraps e e-mails pra responder e esse tempo não colabora (só queria que ele parasse ou passasse mais devagar, ué... desejo super realista).

Quem quiser acompanhar a saga da minha mudança, é só me acompanhar no Twitter! - minha página é liberada, não precisa estar inscrito pra ler o que eu escrevo.

No mais, contagem regressiva...

Faltam cinco dias!

Beijos.

posted by Dornelles, L. | 4:45 PM
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Setembro 2, 2009

REMARCAÇÕES

Gente, quase tudo já está vendido ou reservado, em breve coloco foto de mais umas coisinhas que ficaram de fora. Por enquanto quero falar sobre duas remarcações!

- Sofá: como é meio chatinho pra fazer o frete, algumas pessoas reclamaram do preço... então baixei pra R$ 150,00.

- Cama Box: percebi o quão complicado é (para o comprador) ficar só com a estrutura. Desculpem! É que eu amo demais meu colchão, nunca dormi tão bem na minha vida... ia levá-lo pra São Paulo, mas decidi que vou comprar outro igual lá. Então seguinte, a cama box de casal vai COMPLETA, por R$ 400,00! Pouco tempo de uso, com pés de metal na parte inferior e rodinhas na parte superior, colchão anti-ácaro, com suporte para a coluna, manta de espuma 100% poliuretano D33, tecnologia on-side (não precisa virar), tecnologia edge clip (reforço lateral), bordado e matelado, tecido 51% viscose, 49% poliéster, etc, etc. Se vocês comprarem pela Ortobom, este mesmo conjunto (Master Spring Pillow Top) custa mais de R$ 800,00.

Prometo que em breve o blog volta ao normal, mas por enquanto só consigo pensar na mudança! Sorry também pela demora em responder scraps, comments e e-mails!! Beijo!

posted by Dornelles, L. | 3:49 PM
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